vai ser uma vez.

13 abr

Se todas as histórias de amor começam com “era uma vez” a minha com certeza começa com “quase foi um milhão de vezes”. E se quase foi amor, não foi. E se não foi, não se trata de uma história de amor, só de uma história.

Então se eu precisasse de uma introdução para o livro da minha vida eu diria que ela está pronta.

Quase foi amor com o garoto da loja de cd’s. Quase foi amor com o vizinho de cabelo enrolado. Quase foi amor com o menino tímido do meu primeiro beijo. Quase foi amor com o sem vergonha daquela faculdade. Quase foi amor com o melhor amigo da minha amiga de internet. Quase foi amor com o garoto da van. Quase foi amor um milhão de vezes, mas não foi.

E embora quase tenha sido amor, doeu como se realmente fosse. E eu entrei debaixo dos cobertores acreditando que realmente era. E talvez até hoje eu me pergunte o que foi aquilo senão amor. E logo depois despergunto, porque é impossível que tenha sido amor um milhão de vezes. Ninguém ama um milhão de vezes. Foi desilusão.

Ou não foi. Porque (des)ilusão é aquilo que não é ilusão. E o que não é ilusão é de verdade. E se quase foi de verdade, também era amor e nem desilusão. Era ilusão mesmo.

Era uma vez uma ilusão e duas e três e um milhão. E todos os des do mundo que eram possíveis de entrar para negar um sentimento. Era desilusão, era desamor, era desafeto, era descaso, era desespero. Era tudo isso, menos o que deveria ser.

Não teve pipoca, coca-cola, bala de goma, cinema, mãos dadas. Não teve passeio no parque, nem frescobol na praia, nem clube de jardinagem aos domingos. Não teve roda gigante porque era tudo montanha russa. Não teve tempo que curasse o amor porque ele não estava doente, ele só não existia.

Teve mentira e atraso. Teve lágrima, uma atrás da outra mesmo quando ainda parecia amor. Teve dor. Teve mágoa. Teve ilusão. Teve tanta repetição disso tudo que eu realmente me perguntei porque a gente demora tanto pra trombar com a pessoa certa. E pra cair em cima dela sem querer. E embolar os pés, as mãos, os corações. Porque que a gente atrasa a vida de tanta gente que também fica procurando o certo no lugar errado e machuca a gente. E se machuca. E se magoa. Porque não da pra simplesmente derrubar os livros no chão e esperar o cara da sua vida te ajudar a pegar? Porque não dá para ser uma vez?  Para a Cinderela, para a Branca de neve, para a Rapunzel, uma vez só foi o suficiente. E pra mim também ia ser. Ia ser uma vez incrível. Dessas com direito a aparecer em filme de romance e encher a cara de desilusão porque quem tem amor não precisa se iludir.

 

 

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Sobre adormecer sonhos

20 mar

Tem uma fase da vida que a gente acha que toda reação precisa ser instantânea. Qualquer coisa que envolva “pensar antes de fazer” parece uma absoluta perda de tempo. O amor não pode esperar, a curiosidade não pode esperar, a vontade não pode esperar, os sonhos não podem esperar. Acho que o nome ideal para essa fase é  “adolescência”. E ela não tem uma duração cronológica correta. Para algumas pessoas dura a vida toda. Você pode ter trinta anos e nunca conseguir realmente ser um adulto. Ou pode se tornar um adulto antes mesmo de ser adolescente. Meu pai costumava dizer que pessoas que sofrem muito na vida crescem antes das outras. Ele dizia isso quando eu estava sendo imatura por algum motivo. Aliás, é aqui que eu queria chegar: maturidade não tem tanto a ver com adolescência.

Esses dia, enquanto lia um livro, que na verdade eu considero um manual de instruções para sobreviver a adolescência, (As vantagens de ser invisível) eu percebi que existe um grande muro que divide o que a gente é quando adolescente e o que a gente se torna quando é adulto. E tudo gira em torno de sonhos.

Minha vida sempre foi dividida em sonhos úteis e sonhos inúteis. Chamo de sonhos inúteis os que podem ser realizados em qualquer fase da vida, até eu fazer noventa anos, caso chegue lá. E os sonhos úteis são aqueles que mudam nossa vida para sempre e tem prazo de validade. Um sonho inútil por exemplo é abraçar um elefante. Ou então, conhecer um popstar. 

Durante toda minha adolescência eu tive certeza que queria ser atriz. E fui contra todas as pessoas que diziam que isso era impossível. E afastei todos os amigos que não me apoiavam com isso. E exclui quase permanentemente a possibilidade de relacionamentos antes de realizar meu objetivo. Isso é um sonho útil. E fui atrás, e trabalhei, e juntei dinheiro, e fiz cursos, e me aventurei, e deixei meus pais malucos. E continuei fazendo isso, com a certeza de que nunca ia desistir. Fui ignorando as dificuldades e tudo que dava errado. Fui ignorando as pessoas e suas opiniões sem importância. Ignorei tudo até que não consegui ignorar a mim mesma.

O que divide um adulto de um não adulto, é a capacidade de adormecer sonhos. Você começa a pesar as possibilidades e se importar com coisas que antes não se importava, como por exemplo trabalhar para um dia poder se aposentar.

Você percebe que seus pais não merecem te sustentar a vida toda, e que talvez o seu caminho esteja mesmo errado. Talvez as pessoas chamem de “sonho” porque uma hora você precisa acordar e viver a realidade.

E perceber isso, não é dar a si mesmo um atestado de infelicidade. É convencer a si mesmo que existem outras formas de ser feliz.

É mais doloroso no começo, abstrair-se de suas próprias convicções. Aquelas que você com um discurso inflamado, vomitou na cara de todo mundo que tentou te parar. Mas com o tempo você vai adormecendo o sonho, como se fosse um bebê agitado numa madrugada de terça-feira. E quando ele finalmente dorme você relaxa.

E pode continuar vivendo e descobrindo significados em outras coisas, onde normalmente você não conseguia ver. E abre espaço para novos sonhos úteis ou inúteis. E para novas pessoas. E para um novo você.

 

E foi assim que eu me impus alguns limites..

27 fev

Num dia desses normais, onde parece que não está frio nem calor e as pessoas arrastam as vidas como se elas não fossem importantes que eu comecei a perceber algumas coisas que deveria interromper.

Foi assim, observando pessoas que repetiam constantemente os mesmos erros da forma mais inocente que existe no mundo, que eu fui me dando toques de quando seria a hora de parar.

Bem assim mesmo, numa de me preocupar mais com o que está acontecendo na vida dos outros do que na minha que eu fui anotando mentalmente cada erro que as pessoas cometiam. Eu fui filtrando da melhor maneira que pude o que eu considerava erro de acordo com uma única regra: só era erro se fazia mal.

E descobri tantas coisas que pareciam fazer bem, mas na verdade sugavam a vida das pessoas, que me assustei. Mais do que isso, eu me identifiquei várias vezes com muitos erros mascarados por aquilo que as pessoas costumam chamar de amor (mas não é).

Eu fui separando um por um os vilões de todas as vidas que eu conhecia até perceber que   sempre chegava o momento onde os vilões eram as próprias pessoas. Gente confusa, insegura e cega. Gente que simplesmente não soube parar na hora certa.

E se excedeu. Transbordou o coração no lugar errado e deixou vazar todas as coisas boas para pessoas que não fizeram uso delas. E então encheram o próprio coração daquilo que aparece quando a gente dá muito de nós e não recebe nada. A mágoa. Ou pior, ficaram vazias.

Então eu me impus alguns limites pra evitar de transbordar por aí. Decidi ficar na zona de conforto. No meio cheio ou meio vazio. Na sanidade. No respeito comigo mesma. E parei de me permitir ser invadida pelo tipo de coisa que não é, nem nunca foi amor.

Natal: tempo de brechós!

12 dez

Amo Natal.

Acho que é a época do ano que mais gosto. Muitas luzes, decoração, enfeites..parece que tudo fica mais bonito.

E é época também de muitos brechós aparecerem por aí. Garimpando, achamos peças novas, bonitas e que na loja custariam o triplo do preço.

A maioria dos brechós são beneficentes e se concentram em igrejas de qualquer crença. Por isso, os preços não podem ser tão elevados.

Essa semana fui em um e fiquei realmente :O com as coisas que achei. Tive que tirar muitas fotos pra mostrar que qualidade, marca e preços baixos, podem ser encontrados em um só lugar.

Como ensinou minha vó: para ver se a peça é nova, basta olhar a etiqueta. E foi o que fiz. Etiquetas novinhas, sem o desgaste da lavagem. Pena que dessas peças que fotografei, não consegui comprar nenhuma: todas eram muito grandes pra mim ¬¬

De qualquer forma, fotografei a etiqueta (marca+produto novo) e a tag com o preço.

Sintam (e relevem por serem fotos de celular) :
   apenas um pedaço do bazar (confesso que fiquei constrangida de ficar fotografando haha)

 

 

 

 

 

 

Calça da Zara: R$ 2,00       

 

 Calça da Zapping: R$ 2,00        

Calça da Khelf: R$ 2,00

                                                                                    

 Malha da EuroDisney: R$ 4,00 

   Blusinha da Luigi Bertolli: R$ 4,00

Short da Cori: R$ 2,00

Calça da M. Officer: R$ 4,00

Calça da Levi’s: R$ 1,00

Calça da Hering: R$ 3,00

Calça da M. Officer : R$4,00

Calça da Mercearia: R$ 3,00

Enfim..vocês viram que com tempo e paci~encia dá pra encontrar MUITA coisa boa e barata. Depois é só lavar pra tirar a poeira e pronto.

Não sei se vai dar pra enxergar..mas com menos de R$10,00 eu trouxe:

 um casaco preto

 um casaquinho jeans verde

 uma blusa da Luigi Bertolli

Muitos artistas sempre dizem que garimpam lugares assim e sempre encontram peças que queriam, mas não achavam no mercado.

Até uns dias antes do natal, esses bazares funcionam e sempre recebem coisas novas. Ou seja, se tiver um pouco de tempo, vale passar todos os dias e olhar o que chegou. Sempre aparece algo que interessa.

The Lying Game

22 out

Um vicio: séries.

Isso desde sempre: Full House, Two of a Kind, Clarissa explains it all, Barrados no baile, Popular, SOS Malibu, Confissões de Adolescente, Anos Incríveis, Sabrina- aprendiz de feiticeira, Blossom, Jack and Jill.. (poderia passar a noite escrevendo o nome de todas que eu amava)

A diferença daquela época pra cá é que hoje eu tenho internet (como viviamos sem? :O)

E agora dá para acompanhar fielmente cada episódio que sai toda semana, com legenda e um dia após ser lançado na tv norte americana.

Meus vícios, atualmente são: Pretty Little Liars, Gossip Girl e Glee.Não consigo ficar sem assistir, já comprei box e não canso de rever as temporadas anteriores enquanto um episódio novo não sai.

Infelizmente, Pretty Little Liars está em hiatus (quando uma série entra em ‘férias’). Desesperos e um episódio especial à parte, a ABC resolveu presentear os fãs com uma produção nova: The Lying game.

Inspirada na obra de Sara Sherpad, a mesma criadora de PLL, a série conta a história de duas irmãs separadas no nascimento: Emma e Sutton. Uma vai parar em uma casa cheia de conforto e riquezas e a outra, em orfanatos e casas aonde recebe agressões e maus tratos.

Um dia, Sutton descobre a irmã pela internet e depois de várias conversas, decidem se encontrar.

Querendo descobrir quem é a verdadeira mãe das duas, Sutton propõe que elas troquem de lugar e pede à irmã que fique em sua casa enquanto ela vai atras da verdade.

Emma, então, descobre como é ter um verdadeiro lar e , ainda em contato com a irmã gemea pela internet, faz várias mudanças na vida de Sutton.

A maioria das pessoas se surpreende com um novo comportamento de Sutton (para melhor), mas o único que descobre a verdade, é seu namorado secreto Ethan

A história se desenvolve e, a cada novo episódio, mais mistérios e dúvidas surgem na vida das duas.

Uma história que envolve tanto quanto PLL e te faz querer assistir logo o próximo episódio para saber a solução do enigma anterior.

Assistam, viciem-se e agreguem mais uma série na lista de vocês.Vale à pena.

Se joga num Festival!

7 out

Quando falam em festivais de música eu já piro. Confesso que antigamente eu era meio fresca pra essas coisas. Eu tinha que gostar de TODAS as pessoas que iam se apresntar pra ter vontade de ir, queria camarote pra ficar lá numa boa, sem me sujar, sem cansar o pé.

AH, qual é né? A graça do festival é tudo isso aí, só que ao contrário.

Eu me arrependi amargamente por não ter comprado Rock in Rio de frescura, tão amargamente que saí desesperada atras de QUALQUER promoção que me desse um ingresso. Consegui. Ganhei pro dia 29, a quinta feira que foi Kesha, Jamiroquai e Stevie. Valeu ABSURDAMENTE a pena. Valeu tão a pena que eu voltei querendo SWU desesperadamente e qualquer festival que aparecer eu to lá.

Eu tive muitas restrições ao escolher minha roupa para o show porque iria do aeroporto direto pra lá, isso significava levar uma mochila nas costas e sem guarda volumes não ia rolar ser algo muito pesado. Então separei roupa para dois dias de show.

Como lá na cidade do Rock fazia um calor INSUPORTÁVEL de dia e ventava muito de noite a gente tinha que estar preparada pra tudo.

Eu preferi ir com a minha wet legging que eu cortei e ela ficou toda furadinha, achei mais confortável e útil do que a meia calça rasgada, com uma T-shirt normal da Zara e uma sapatilha estilo bailarina da linha C&A para mamães  Gisele Bündchen.

A Babbi e a Lari apostaram na legging normal, blusinha clara e camisa xadrez por cima. A lari foi com uma bota montaria, já a Babbi com um coturno.

A Nicole foi com um shorts Jeans, t-shirt Rolling Stones e coturno preto também.

E todo mundo acertou. A regra básica pra se dar bem em lugares assim é JAMAIS ir de salto e levar uma blusinha com você. Ou uma meia-calça pra colocar a hora que o frio apertar.

Make e cabelo são algo mais difícil de lidar por vários motivos.

O cabelo porque você vai linda , maravilhosa e escovada mas está sujeita a ações do tempo, chuva, umidade, ações do destino, gente derrubando cerveja, água e outras coisas em você e ações dos artistas como água do palco, chuva de papel, chuva de espuma etc etc etc.

Por isso se você quiser ir de cabelo solto e seu cabelo não fica preso em coque sem lacinho, xuxinha, elástico, leva um no pulso! É feio mas é útil.

Quanto a make a minha foi bem simples pra não ficar toda borrada no fim dos shows e não sair de lá parecendo um panda. Delineador, rímel, batom e blush e adeus. Tudo vai sair depois mesmo.

 

É isso então, para de frescura e se joga no festival, depois de tudo eu garanto que vale a pena!

Você foi embora, a tatuagem não…

21 set

Eu tenho mania de me riscar. Pronto falei.
Desde pequena eu tenho uma mania ridícula de quando não tenho nada pra fazer sair desenhando corações nas minhas mãos, braços, pernas…
Antigamente (quando eu tinha uns quatro anos rs) Eu fazia isso com canetinhas coloridas e minha mãe surtava quando ia me buscar na casa da minha avó.
Com o tempo, depois de tanto esporro que tomei eu não fiz mais isso (consciente). As vezes acontece de eu estar estudando e quando percebo tenho corações no corpo todo. Então eu morro de vergonha e vou me lavar.
Posso parecer estranha, mas e dai? Tem gente que se corta, gente que se mata, eu me desenho 😀
Tudo isso foi pra iniciar o tema do post de hoje.

TA-TU-A-GEM

Porque assim. Eu me desenho > passo vergonha > lavo > viro gente. Mas e a tatuagem? Não da pra lavar e agora?

Antes quando eu falava de me tatuar e minha mãe dizia: ” Se você se arrepender não vai conseguir lavar e eu não vou pagar pra você tirar…”
Eu achava tudo isso papo de velho e só uma ameaça dela pra evitar conflitos maiores com meu pai em casa.
Acontece que no segundo colegial, uma das minhas melhores amigas resolveu fazer uma tatuagem e eu dei o maior apoio porque era numa época “rebelde” da nossa vida, a gente pagava um pau imenso pra Anahí e ela ficava falando das fadas o tempo todo.
Deu que a Camila tatuou uma fada no pescoço.
Foi no pescoço porque ela não podia mostrar para o pai, então só andava de cabelo solto. Todo mundo apoiou. Eu, nossas amigas, o namorado dela…
Fez a tatuagem. Não deu um mês e ela começou sumir.
Te juro minha gente, a tatuagem da Mila, começou a SU-MIR. Sinal divino? Não. Psoríase.

A psoríase é uma doença de pele genética auto-imune. Manifesta-se com a inflamação nas células da pele, chamadas queratonócitos, provocando o aumento exagerado
de sua produção, que vai se acumulando na superfície formando placas avermelhadas de escamação esbranquiçadas ou prateadas. Isso em meio a um processo inflamatório e imunológico local.
(Via wikipedia)

Resumindo : a tatuagem dela desencadeou essa psoríase e depois de coçar e arder MUITO fez com que a fada ficasse sem asas e parecia que ela tinha tatuado uma formiga.

Tudo isso fez com que eu pensasse muito sobre a minha escolha, mas aí veio outro problema. Eu mudo de idéia o tempo todo.
Se eu tivesse feito uma tatuagem desde o episódio da camila a cada idéia que eu tinha. Provavelmente eu estaria parecendo um jornal.
Eu já quis tatuar, estrela, coração, raio, letras, frases, partes de músicas…

Atualmente eu gostaria de tatuar uma citação. Ou de Carlos Drummond de Andrade ou de Pablo Neruda.

É que tatuagem PRA MIM. Tem que fazer sentido, tem que ser algo que realmente importa. Mesmo que para os outros não signifique nada.

Enquanto eu penso, bora olhar as tatuagens dos outros pra se inspirar?

E essas aqui são tatuagens de duas amigas e que eu gosto muito. Pra vocês verem que dá certo em gente normal também e não só no we heart it haha.

Nicole Cardoso:

Beatriz Brito:

E olha, uma dicona pra vocês. Tanto a Nicole quanto a Bia fizeram as tattos em homenagem aos artistas que elas são fãs! A Bia para o Nick Jonas e a Nicole para a Anahi! E ninguém fala isso quando vê não é? O legal é isso, fazer alguma coisa que faz sentido pra você, que você pode até mostrar pro ídolo, assim como as duas já fizeram. Mas que também abre caminho pra um monte de interpretação diferente!

Então é isso, se inspira, pensa bem, perde o medo e se risca!
Mas pelo amor de Deus, não vai tatuar o nome do namorado!

Já pensou se você tem que fazer o Carlos Daniel virar uma tribal?